Curso de inteligência emocional promete ensinar a lidar com sentimentos e emoções

Curso de inteligência emocional promete ensinar a lidar com sentimentos e emoções

2 de dezembro de 2016 0 comentários

O coach e terapeuta comportamental, José Carlos Taurino, ministra nesse domingo, dia 4, o primeiro treinamento “Cinco Passos Para a Felicidade”, que tem como base o conceito de Inteligência Emocional definido pelo terapeuta americano Daniel Goleman. O curso acontece entre 8h e 18h e promete promover uma ideologia de consciência que fará com que os participantes melhorem seus relacionamentos e maneira e enfrentar as dificuldades da vida.

“Através de técnicas de IE, PNL, Coaching e Neurociência você entenderá como controlar emoções e se automotivar em direção aos seus objetivos”, explica Taurino. O treinamento é feito com palestras e diversas dinâmicas que ajudam a ativar essa área do cérebro. Segundo o terapeuta, pessoas com alto nível de inteligência emocional são geralmente bem sucedidas, conseguem controlar as emoções, têm um bom convívio social e constantemente avaliam suas próprias atitudes e seus pensamentos.

Para participar do curso, basta entrar em contato pelo telefone (19) 99255.9715 e/ou fazer o cadastro no site www.instituto-taurino8.webnode.com.

Inteligência emocional e hipnoterapia

Além de ministrar cursos, Taurino é hipnoterapeuta, prática de que usa o método da hipnose como terapia. Para desmistificar a prática da hipnose, ele respondeu algumas perguntas ao JTV. Conheça os benefícios dessa prática.

O que é a hipnose e como ela funciona?

  1. C. T.: A hipnose é um estado alterado de consciência. Nós estamos em estado alterado de consciência a todo momento – quando assistimos televisão, na internet, em uma conversa interessante. A diferença é que quando estudamos sobre hipnose aprendemos como usar isso para melhorar a vida das pessoas através de processos terapêuticos. Ela ajuda, auxilia e redefine muitos traumas. Usada de maneira responsável é uma terapia com resultados fantásticos.

Em alguma hipótese, a hipnose pode não ser segura?

  1. C. T.: Em todos os níveis existem profissionais excelentes e alguns médios. Porém, para que um profissional use essa técnica é preciso algum curso de especialização. A hipnose é dada através de sugestões e em nossa vida recebemos sugestões todo momento. Com um hipnoterapeuta, estas sugestões são condicionadas para melhorar comportamentos, emoções e traumas. Talvez quando usada por pessoas sem qualificação pode trazer algum risco de se constituir um medo por algo, por exemplo. O tratamento com um terapeuta é seguro, porém, é uma técnica que muitas vezes pessoas sem preparo usam por brincadeira, e então pode haver algum risco. Por isso aconselho sempre a buscar informações sobre com quem irá fazer a terapia.

Em quais problemas comportamentais e psicológicos ela é mais eficaz?

  1. C. T.: Bom, eu diria em todos. A hipnoterapia não receita remédios, é um tratamento natural que usa o que a pessoa tem na sua parte cognitiva a seu favor. Na hipnoterapia você atua e enfrenta tudo aquilo que de uma maneira ou outra possa estar atrapalhando a vida da pessoa. Usamos esse processo em muitos casos de problemas psíquicos, entre eles a depressão, ansiedade, fobias em geral, síndrome de pânico, diversos problemas sexuais, obesidade, drogas, gagueiras, tiques nervosos e uma grande variedade de doenças psicossomáticas (asma, bronquite, enxaqueca, úlcera, algumas doenças de pele, intestinais, entre outras).

Existem diferentes níveis de hipnotização?

  1. C. T.: Existem sim, chamamos de níveis de consciência e eles variam entre estar completamente alerta e estar em transe profundo. São distintos por suas frequências de ondas cerebrais. O “beta” é o estado normal de alerta e de consciência total; “alfa” é o período transitório entre estar dormindo e estar acordado; “teta” é a hipnose profunda e meditação. Esses dois últimos são o que chamamos de estados alterados de consciência. As chamadas sugestões que são dadas nestes estados vão diretamente para o subconsciente sem qualquer interferência do lado crítico que chamamos de consciente analítico. O subconsciente, na maioria das vezes, não tem força para raciocinar e acaba aceitando as sugestões como são postas, e agem muitas vezes exatamente como colocadas. Por fim, existe o “delta”, que é o estado de sono profundo.

A fala comum de que ‘alguma pessoa está hipnotizada com algo’, da onde surgiu? Tem alguma coisa a ver com o método de tratamento?

  1. C. T.: Acredito que sim, pois quando isso acontece é porque a atenção está direcionada tão forte a algo que a mente só enxerga esse algo. A hipnoterapia é uma das técnicas mais eficazes para se induzir um estado alterado de consciência pois parte de estudos sobre como fazer isso de maneira a ter resultados.

Quanto tempo dura, em média, essa forma de terapia?

  1. C. T.: Ainda não sei se existe um tempo exato pois depende de muitos fatores, como o que a pessoa tem, como isso impactou sua vida, da emoção que isso causa na pessoa, dos fatores que fazem com que essa pessoa mantenha esse comportamento, enfim, cada ser humano é único e o tratamento leva em conta isso, mas, em média, são dez seções. Em alguns casos, uma única seção elimina o comportamento ou a fobia, em outros são necessários mais. Imagine que o processo de terapia é muito acelerado através da hipnoterapia e que o tempo de tratamento é muito otimizado, diminuído em relação às outras terapias.

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