Melhora na Saúde exige sistema de gestão mais eficiente

Melhora na Saúde exige sistema de gestão mais eficiente

28 de setembro de 2017 0 comentários

Valinhos, Vinhedo e Itatiba avançam na proposta de criação do consórcio

 

As prefeituras de Valinhos, Vinhedo e Itatiba já estão com o raio-X dos principais problemas em comum entre as três redes de Saúde e das primeiras medidas que devem ser adotadas para melhorar o sistema após a consolidação do Consórcio Intermunicipal da Saúde. Os municípios sofrem com a falta de atendimento em procedimentos de alta e média complexidade, políticas de prevenção, custo assistencial elevado e a falta de um sistema mais moderno de gestão.

Técnicos das prefeituras definiram na quarta-feira (27), em Vinhedo, quais serão as primeiras ações para desafogar o sistema e melhorar a qualidade do atendimento após a integração das redes de atenção básica, das Santas Casas, do Hospital Galileo, do Hospital de Itatiba e da Faculdade São Leopoldo Mandic.

Um documento com as metas desse plano estratégico foi elaborado com base em dados estatísticos e técnicos apresentados pelos municípios. Para o grupo, é essencial que as cidades coloquem em prática um processo de inteligência de gestão de contratos, compras conjuntas de insumos e medicamentos e um sistema capaz de unir as redes pública, privada e filantrópica.

A equipe faz nos próximos dias uma análise detalhada de todos os indicadores da Saúde de Valinhos, Vinhedo e Itatiba e elabora soluções para os principais gargalos dos municípios.

 

Lei – Para que o consórcio entre Valinhos, Vinhedo e Itatiba seja criado é preciso que o projeto para autorizar os municípios a estabelecer um convênio seja aprovado nas três Câmaras. Na última semana, os prefeitos apresentaram a proposta aos vereadores e iniciaram o debate sobre a integração das redes. O objetivo é que esses projetos estejam aprovados ainda este ano.

 

Driblar a crise – Com essa integração, os municípios buscam driblar a crise na Saúde e oferecer mais qualidade de atendimento para a população. O gasto nas três cidades chega a R$ 300 milhões e, mesmo assim, não é suficiente para atender a demanda nos postos de saúde e hospitais. São 300 mil moradores em Valinhos, Vinhedo e Itatiba.

A ideia é que o consórcio amplie o poder político das prefeituras para obter verbas no Estado e no governo federal, além de otimizar a rede de atendimento com o fortalecimento da atenção básica e ampliação da oferta de serviços de média e alta complexidade.

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