Uma vida amplificada pela música

Uma vida amplificada pela música

30 de novembro de 2016 0 comentários

Paulo Mattiazzo vive uma rotina musical com sua empresa de manutenção de áudio, a companheira cantora Carol Santoro e as bandas tributo ao Pink Floyd e Rita Lee/Mutantes

Por Bruno Matheus

Músico por paixão há mais de 20 anos, Paulo Mattiazzo vive música em praticamente tempo integral. Isso porque quando não está tocando, ensaiando ou se apresentando com as bandas em que toca guitarra, ele está trabalhando em sua empresa, a Audiocare, voltada para a manutenção de equipamentos de áudio profissional.

Em razão do Dia do Músico, comemorado na última terça-feira, dia 22, o guitarrista de 38 anos deu um tempo entre as cordas e amplificadores para conversar com a redação do Jornal Terceira Visão e contar um pouco sobre sua trajetória musical a visão desta arte que é a harmonia do seu dia a dia.

Conte um pouco sobre sua trajetória musical. Começou quando? Por influência do que ou de quem?

Comecei cedo por incentivo de meu pai e minha madrinha, que me deu meu primeiro violão. A partir daí, alguns professores passaram em minha vida, mas a maior influência mesmo foi a escola, os amigos e aquela sede de formar a primeira banda e tocar para um público.

Me lembro de alguns nomes de bandas quando comecei, mas acho que a primeira tinha um nome um tanto quanto estranho. Chamava-se Dirty Boys. Participamos do primeiro Encontro de Bandas de Garagem de Vinhedo, sendo, inclusive, a primeira banda. Ou seja, fomos os pioneiros a tocar nesse evento que perdurou por muitos anos.

Quais instrumentos você toca e quais as principais realizações musicais que você já conquistou?

Toco guitarra e canto. As bandas que toco hoje são minhas realizações diante do cenário musical.

Atualmente o que você tem feito na música? Atua em quantas e quais bandas?

Toco em duas bandas. As duas são tributo a outros grupos já famosos. Uma das bandas é tributo ao Pink Floyd e a outra à Rita Lee e Mutantes. Além dos covers, trabalho em conjunto com minha mulher (Carol Santoro Hernandes, que é vocalista da banda Fruto Propibido, tributo à Rita Lee e aos Mutantes) em um projeto de músicas autorais, onde dou algumas opiniões na parte musical de suas belas letras.

O que você valoriza na música e o que te fez escolher esta arte como hobbie ou principal ocupação?

O que me chama atenção nas músicas que gosto é o conjunto da obra entre letra e melodia. Para mim a música funciona como um filme de drama e me faz sentir sensações únicas. Hoje encaro a música mais como hobbie do que profissão, apesar de me entregar de corpo e alma em dias de show. O objetivo é cada apresentação ser melhor que a anterior.

Para você, em que a música se diferencia de outras artes?

A música se diferencia por sua capacidade de tocar nossa alma num simples acorde, em meia dúzia de palavras, em segundos …

 

Nenhum comentário até o momento

Ir para uma conversa

Ainda não há comentários!

Você pode ser o primeiro a iniciar uma conversa.

Seus dados estarão seguros!O seu endereço de e-mail não será publicado. Também outros dados não serão compartilhados com terceiros.