(Foto Reprodução)

Sendo por gosto ou profissionalmente, atividade física é essencial

Por Thaís Ferrari

Nesta sexta-feira – 21 de dezembro – é comemorado o Dia do Atleta, data que celebra as pessoas que se dedicam ao esporte, seja por hobby ou profissionalmente. Independente da atividade esportiva, não há dúvidas da importância da prática responsável – acompanhada/orientada por profissionais da área, e dos benefícios para a saúde quando executada periodicamente.

Ana Caroline Martins e Ivano Sgarabotto (Foto Reprodução)

Para Ana Caroline Martins, 29 anos, jogadora profissional de bocha, quando está na quadra, seja treinando ou competindo, esquece tudo, “amo jogar bocha, me faz bem”. Ela treina quatro vezes por semana, com auxílio de seu marido – que também é treinador – Ivano Sgarabotto. É associada há dois anos na equipe Chapecó e pratica o esporte há 15 anos.

Paulo Roberto Fanti, 50 anos, é adepto ao Triathlon há quase sete anos. Nesta trajetória, conta com alguns apoiadores nas provas que participa, porém não é patrocinado e nem pratica profissionalmente. Há seis meses ingressou na assessoria esportiva Tobar Training, com a treinadora Luiza Tobar. “Treino de segunda a sexta-feira, duas vezes por dia, e finais de semana os longos de bike e corrida”, relata.

Paulo Roberto Fanti (Foto Reprodução)

Fanti comenta que a importância da prática esportiva se estende a muitos benefícios, especialmente no que diz respeito à qualidade de vida. Ele diz que após se dedicar ao esporte pôde aprender a se alimentar corretamente, e em consequência sentiu melhoras na saúde, além de progresso na autoestima, “exemplo para as pessoas, quando queremos nós fazemos acontecer”.

Já o educador físico Pedro Stucchi, 41 anos, do Projeto Raquete Para Todos, é maratonista há três anos, acumulando 12 Maratonas de 42K, uma ultramaratona de 75K e um meio Ironman, e ainda 1.9K de natação, 90K de ciclismo e 21K de corrida. “Participo da ‘Turma do Seo Madruga’, um grupo de amigos atletas corredores que treinam pelas ruas de Campinas na madrugada”.

Segundo Stucchi, as corridas de rua de longa distância exigem bastante disciplina, dedicação e comprometimento, pois são inúmeras horas e quilômetros de treino, “cerca de 100K por semana”. Por isso, treina seis vezes por semana, intercalando corrida e natação, mais as horas na quadra como professor. O educador físico acredita que sua profissão traga uma motivação maior, com a necessidade de ser exemplo para os alunos que convive no dia a dia.

Pedro Stucchi (Foto Reprodução)

“Sou viciado em desafios e quanto mais difícil melhor. Acredito que somente superando obstáculos evoluímos. Foi isso que cada maratona me transmitiu, fisicamente e mentalmente.”. Stucchi tem como meta chegar aos 50 anos de idade com o total de 50 maratonas corridas, uma média de quatro por ano. “Acredito que mantendo o foco nos treinos longos e a disciplina irei conseguir. O que não te desafia não faz você evoluir”, completa.

 

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