Pesquisa de preço é um dos meios mais eficientes de se economizar na hora da compra do material escolar

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Com os recursos tecnológicos, muita gente tem usado a internet e aplicativos como o WhatsApp para ganhar tempo na hora da pesquisar

A lista de material escolar é um dos motivos de as famílias ficarem de ‘cabelo em pé’ no mês de janeiro. Tradicionalmente, esse é o mês em que as contas aparecem: o rescaldo das despesas das festas e presentes do fim de ano, os gastos com as férias e a cobrança dos impostos municipais e estaduais. Além disso, os pais e/ou responsáveis ainda precisam reservar uma parte do orçamento familiar do mês para a compra do material escolar. É de conhecimento geral que a pesquisa de preços é um dos meios mais eficientes de se economizar na hora das compras. Em alguns casos o impacto financeiro chega a surpreender, mas ainda assim, muita gente acaba não encontrando tempo para pesquisar e acaba gastando mais do que precisaria.

Agora, com os recursos tecnológicos, muita gente tem usado a internet e aplicativos como o WhatsApp para ganhar tempo. Os pais de alunos têm repassado através das plataformas as listas pedidas pelas escolas e as papelarias mandam rapidamente um orçamento. Deste modo, é só escolher o estabelecimento que tem o preço mais em conta e economizar na hora de comprar. As papelarias em Valinhos estão aprovando também o novo recurso tecnológico, haja vista que ganham aí a oportunidade de fazer a diferencia frente aos concorrentes.

As escolas também enviam aos pais a lista do material sugerindo papelarias parceiras, que oferecem descontos, mas a facilidade também pode ser uma armadilha e uma pesquisa simples de preço, pode trazer uma economia grande na hora da compra.

Especialistas financeiros alertam que as pessoas têm de deixar a preguiça de lado e fazer as consultas antes de comprar, e que a pesquisa de preços se tornou ainda mais importante para quem deixou para comprar o material escolar neste ano. Isso porque a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares informou que os itens ficaram, em média, 10% mais caros no início de janeiro. Isso porque houve acréscimo de valor nas matérias primas como papel e plástico, essencial na confecção de mochilas e estojos.

 

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