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Ecos de um sonho resultaram em uma carreira de sucesso

Gustavo Mioto transforma uma visão noturna e um tocante relato real em uma canção emocionante

Por Rafaela Duarte

O cantor Gustavo Mioto teve um sonho que o inspirou a compor “Impressionando Os Anjos”, onde cuidava de crianças. Posteriormente, ao ver uma reportagem sobre um homem que perdeu a esposa e ficou responsável pelos filhos, Gustavo se uniu ao compositor Theo Andrade. Eles decidiram criar uma canção que fosse uma espécie de oração para aqueles que partiram, enfatizando que o amor persiste após a perda. O videoclipe, dirigido por Jacques Jr, apresenta o ator Murilo Rosa no papel de um pai que perde a esposa no parto e precisa criar os filhos sozinho.

A letra da música apresenta a profunda emoção de alguém lidando com a ausência de um ente querido que já partiu. É uma jornada por sentimentos de saudade, a continuidade da vida e a necessidade de conexão. O cantor inicia expressando o cansaço de um dia rotineiro, onde os pequenos momentos e silêncios evidenciam esse sentimento de falta.

Gustavo Mioto é o responsável pelo hit “Impressionando os Anjos”

O cantor fornece breves atualizações sobre sua vida. Os eventos cotidianos, como as peculiaridades das crianças e até mesmo os pagamentos do carro, servem como um lembrete de que a vida continua. Contudo, mesmo com o cotidiano seguindo seu curso, a lacuna deixada pela pessoa amada permanece.

A menção a um livro que a pessoa havia sugerido é simbólico. Representa não apenas a influência contínua da pessoa falecida, mas também o processo de cura e compreensão de Gustavo. O coração da música mora em suas perguntas, quase retóricas, sobre o “outro lado”. “Como é que ‘tá aí?” revela a curiosidade humana e o desejo de entender o desconhecido, particularmente o que acontece após a morte.

Ao final, o desejo do cantor de receber um sinal ou qualquer forma de comunicação do além é palpável. A frase “Fala alto aí de cima que eu preciso ouvir” evidencia seu desespero e esperança.

Globalmente, esta canção mergulha profundamente nos temas do amor, da perda e da eterna busca humana por conforto e entendimento diante da inexorável realidade da morte.

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