A FILA ANDOU

O acesso à saúde pública universal é uma das maiores conquistas do povo brasileiro. E um desafio constante para os administradores públicos, que precisam de muito trabalho e aperfeiçoamento para entregar uma gestão à altura dessa conquista.

E é ainda mais complicado para nós, prefeitos: sem nem de longe ter os mesmos recursos que Estado e União, as cidades são quem faz o atendimento primário, quem cuida do cidadão em seu dia a dia.

Mas nada disso pode ser desculpa. Não há desculpa quando alguém precisa de cuidados.

A ideia de que os problemas do SUS não podem ser problemas para o cidadão tem sido nosso farol na Prefeitura de Valinhos. Por isso, temos, por exemplo, assumido procedimentos que são responsabilidade do governo do Estado, como cirurgias de cabeça e pescoço. Quando a prefeitura tem recursos, por que não fazer? Se é problema do governo ou município, não interessa: o que interessa é não ser problema do cidadão.

Uma das questões mais sensíveis da saúde pública é a espera. Filas que causam angústia e podem agravar condições de saúde. São ruins para o paciente, e ruins também para o sistema, que recebe gente mais doente, com mais complicações, além de criar um círculo vicioso em que filas geram mais filas.

Estamos botando ordem na casa e atacando as filas de frente, zerando a espera de cirurgias, exames e triagens. Essa tem sido uma de nossas prioridades e, mesmo em uma administração que começou na pandemia, temos grandes resultados.

Em agosto, zeramos a fila da mamografia. Não apenas isso: ainda adiantamos mais de 200 exames que nem estavam aguardando. Agora, sem a demanda reprimida, a rede tem capacidade de atendimento para que a fila não exista mais.

Já zeramos também as filas para cirurgias pediátricas, cirurgias de catarata e de vesícula.

E não vamos parar: a criação do Centro de Referência do Autismo vai ajudar a zerar a fila de triagem para TEA, e nosso próximo mutirão vai acabar com a espera de consulta oftalmológica.

Em Valinhos, a fila da saúde andou!

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