Quarta, 19 Janeiro 2022

Renata Brás interpreta “A Ciumenta” em espetáculo no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi

No sábado, dia 20, às 21h30, Renata Brás apresenta o espetáculo "A Ciumenta", trazendo para o teatro a sua personagem do programa "A Praça é Nossa", do SBT. Com direção de André Dias, "A Ciumenta", interpretada pela atriz, é uma mulher intensa, insegura, que vive uma relação de extrema possessividade com o seu marido Apolo. Sempre desconfiada e testando incansavelmente o marido, ela acaba se colocando em situações que beiram ao ridículo. De forma muito divertida e fazendo analogias a temas comuns do cotidiano, a personagem reflete sobre sentimentos, atitudes, paranoias e autoconhecimento.

Decidida a encontrar a cura, ela disserta suas experiências de forma leve, bem-humorada, mas sempre com um pouco de contradição e "no sense", claro. A Ciumenta é um monólogo intenso e engraçado sobre o ciúme e as feridas abertas de um coração machucado e apaixonado.

Para quem não conhece, do que se trata o espetáculo A Ciumenta?

A Ciumenta retrata todas as mulheres com dores, na verdade, os ciúmes em geral, toda mulher que é chamada de louca, desequilibrada, por conta de traumas de coisas que ela já sofreu na vida, é uma mulher que era supersegura e por conta de algumas traições ela desacredita até que ela encontra o seu parceiro e fica uma mulher totalmente desestruturada. Mas ela vai fazer várias terapias para encontrar sua autoestima e tentar não viver a vida do outro, com muito humor. Porque a gente está precisando de humor, a gente sabe que o ciúme é um exagero, ele não é nada engraçado. Então tem uma mensagem também sobre isso.

De onde surgiu a inspiração para o texto deste show?

Há muito tempo eu queria fazer um monólogo, um solo, mas eu sempre pensei que fosse fazer uma coisa mais Nelson Rodrigues, uma coisa até mais dramática, apesar de eu ter a veia cômica. E quando eu percebi o sucesso popular desse personagem, que pegou no gosto do público pelos comentários do YouTube, pelo tanto de mensagens que eu recebo, eu falei "Por que não?", levar essa ciumenta que está na Praça é Nossa, que ali só mostro um trechinho dela, o porquê ela se tornou ciumenta e daí fazer um espetáculo meu misturando coisas pessoais, minhas histórias e minhas histórias de amigas.

Diferente dos musicais, A Ciumenta traz uma assinatura de personagem e público bem diferente, como é pra você trabalhar com o humor?

É bem diferente dos musicais totalmente. Eu gosto de fazer os musicais, têm uma pegada diferente, um público diferente. Mas como também estou indo agora para o caminho do Stand Up Comedy, a ciumenta vai quase de encontro com isso. Tem gente que pensa que A Ciumenta é um Stand Up Comedy, não é, é um monólogo, é uma peça. Porém, tem uma cena de plateia, à qual eu gosto muito e cada vez eu quero mais interagir com o público, cada vez mais eu quero quebrar a quarta parede do teatro para estar em contato com essa plateia, que é muito popular e que tem tudo a ver comigo há uma veia cômica e eu sempre fui palhaça na vida.

Para quem você indicaria esse espetáculo?

Indico ver esse espetáculo para as pessoas que querem dar risada, querem se divertir querem se ver ali, porque todo mundo mesmo que não assuma tem um lado ciumento, mesmo aquela pessoa desencanada, ela vai se ver ali em algum momento da vida ou ela vai perceber que ela já passou por isso com alguém se identificar. Então é para rir, pensar, se emocionar, mas acima de tudo, se divertir que é o que a gente está precisando. 

Veja mais notícias sobre Entrevistas.

Veja também:

 

Comentários:

Nenhum comentário feito ainda. Seja o primeiro a enviar um comentário
Visitante
Quinta, 20 Janeiro 2022

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://jtv.com.br/