Uma Pedra Preciosa no Jornalismo

As bodas de crizopala celebram os 33 anos do Jornal Terceira Visão e sua trajetória de independência e compromisso com a verdade.

Toda semana, quase sem perceber, repetimos um pequeno ritual: abrimos o jornal, percorremos suas páginas e deixamos que as notícias, as opiniões e as histórias do cotidiano nos contem um pouco do mundo em que vivemos. É um gesto simples, silencioso e profundamente civilizador.

Um gesto que também constrói memória.

Em nossa comunidade, esse ritual tem nome e história: chama-se Jornal Terceira Visão.

Há aniversários que pertencem apenas às pessoas. Outros pertencem à memória de uma comunidade inteira. Os 33 anos do Jornal Terceira Visão são desses que ultrapassam o simples passar do tempo e se transformam em história compartilhada.

Sou articulista do Jornal Terceira Visão – o que me orgulha profundamente – onde mantenho uma coluna semanal em que procuro retratar o cotidiano, os acontecimentos das comunidades que nos cercam, histórias simples, personagens anônimos e pequenos “causos” que, no fundo, revelam a alma da vida comum.

O JTV, como é carinhosamente conhecido, chega aos 33 anos de vida editorial oferecendo aos seus leitores um jornalismo ético, informativo e de qualidade. Em tempos em que a informação muitas vezes se mistura ao ruído das versões apressadas, manter fidelidade à verdade dos fatos tornou-se mais do que uma virtude: tornou-se um compromisso inegociável.

Trinta e três anos representam valorização, amadurecimento e solidez construídos ao longo de mais de três décadas de trabalho contínuo. Manter um jornal em circulação não é tarefa simples. Exige perseverança, coragem editorial e a disposição de enfrentar desafios que vão desde as dificuldades econômicas até as pressões que inevitavelmente rondam quem se propõe a informar com independência.

O Jornal Terceira Visão construiu sua trajetória justamente nesse terreno: o da ética jornalística, da postura crítica responsável e do respeito ao leitor. Informar não é apenas noticiar. É ouvir com atenção, interpretar com honestidade e publicar com responsabilidade.

Faço esta homenagem na pessoa de seu editor, Fernando Brocchi, e de sua inseparável companheira de jornada jornalística, Marcia Duarte, ambos profissionais aguerridos, cuja dedicação se estende a toda a equipe que, dia após dia, faz o jornal chegar às mãos dos leitores.

Porque um jornal não se constrói apenas com notícias, mas com pessoas que acreditam no valor da informação correta e no compromisso permanente com a verdade.

Trinta e três anos — bodas de crizopala. Pedra rara, como rara é a persistência de um jornal que atravessa décadas sem abrir mão da ética, da independência e da verdade dos fatos. O Jornal Terceira Visão chega a este marco não apenas mais experiente, mas mais sólido e respeitado, porque construiu ao longo do tempo aquilo que nenhum jornal pode comprar: a confiança de seus leitores.

E confiança, quando nasce da verdade e se sustenta na coragem editorial, também se torna pedra preciosa — dessas que o tempo não desgasta, apenas faz brilhar ainda mais.

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