

Há 35 anos, o Brasil conhecia um equipamento que parecia saído do futuro: grande, pesado, com antena enorme e que grudava na orelha e na boca como se fosse parte do corpo. Era o começo de uma revolução silenciosa — a chegada do telefone celular.
Em 30 de dezembro de 1990, a primeira ligação foi feita no Rio. Uma chamada simples… mas que abriu caminho para tudo que veio depois: mensagens, câmeras, aplicativos, internet no bolso e a transformação completa da forma como vivemos.
Hoje, existe mais celular do que gente no Brasil. A telinha que antes servia só para fazer ligação virou companhia constante, despertador, carteira, mapa, agenda, distração, conexão. Virou ponte com o mundo.
Mas também trouxe desafios: sono bagunçado, postura torta, ansiedade, dependência — até nome o medo de ficar sem celular ganhou: nomofobia. De vez em quando, até o papa lembra: na mesa, vale a pena guardar o aparelho e recuperar a conversa olho no olho.
Mesmo assim, é impossível negar: o celular mudou tudo. E, para quase todo mundo, essa história começou com um aparelho específico, aquele primeiro tijolão que parecia indestrutível ou o flip que fazia a gente se sentir em um filme.
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