Olá, legentes!
Passamos pela Páscoa, que, segundo a fé cristã, é mais importante que o próprio Natal, pois é na ressurreição de Cristo que se fundamenta o principal pilar do cristianismo.
“A Páscoa é o centro de toda a fé cristã porque celebra a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Se no Natal contemplamos Deus que nasce, na Páscoa celebramos Deus que salva plenamente… Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé. Tudo na Igreja — sacramentos, liturgia e missão — nasce da Ressurreição”, afirmou o missionário redentorista e prefeito da Igreja do Santuário Nacional de Aparecida, padre Jorge Américo, em recente entrevista ao g1.
Talvez, e apenas talvez, tenha sido pela Páscoa que o presidente dos EUA não quis anunciar o Fim do Mundo no último domingo, preferindo deixar isso para o dia seguinte, 06/04/2026 — sei que ele já adiou esse evento por mais alguns dias.
Na Páscoa, o alaranjado líder estadunidense optou por exaltar os feitos “heroicos” dos EUA sobre o Irã. Fez isso de uma das sacadas da Casa Branca, ao lado de sua esposa e de um alegre coelho, para um grupo de crianças que caçavam ovinhos no jardim da residência presidencial. — uma cena emocionante!
Mas, como eu disse, no dia seguinte, passado todo o sentimento de amor, perdão e esperança, afirmou — ou quase isso —: “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada.”
O mundo inteiro entendeu que o Irã, ex-Pérsia desde 1935 (por decisão do xá Reza Pahlevi), seria extinto, após mais de 3.000 anos de história.
Aliás, o extermínio aconteceria enquanto quatro astronautas orbitavam a Lua, com vista para a Terra, e quem sabe poderiam registrar a hecatombe numa foto de alta resolução. Um grande cogumelo visto do espaço. Um registro do Big Stick presidencial para imortalizar seu gesto fálico.
Contudo, mais uma vez, o governante supremo do mundo contemporâneo foi piedoso e concedeu ao planeta mais um tempinho para se ajustar aos seus mandos.
Ainda não dá para saber até onde os conflitos atuais nos levarão, mas, considerando que ninguém aprendeu a ressuscitar depois que o jovem Yehoshua o fez, o melhor é torcermos para que o todo-poderoso senhor laranja não tenha novos desejos destrutivos.
De qualquer forma, como não dá para cravar o futuro, já deixo aqui um Feliz Natal, acaso não cheguemos até lá.
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