Mãe de Valinhos faz campanha para custear tratamento do pequeno Leonardo com paralisia cerebral

Família do Parque Portugal busca ajuda para custear consultas, tratamentos e futuras órteses para que o menino tenha mais chances de voltar a andar

A moradora de Valinhos Beatriz Oliveira vive uma corrida contra o tempo para conseguir o tratamento necessário para o filho, Leonardo Ritchelli Gobi do Prado, de 9 anos. Diagnosticado com paralisia cerebral em 2018, o menino enfrenta uma piora progressiva em seu quadro de saúde e aguarda, desde 2023, consultas com especialistas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a mãe, Leonardo apresenta uma rigidez muscular severa, principalmente nas pernas, que compromete movimentos básicos do dia a dia. “Ele não consegue ficar em pé, sentar com a coluna reta, erguer as pernas ou fazer movimentos simples. A situação está piorando a cada dia”, relata Beatriz.

Além das limitações motoras, o menino também sofre com muitas dores e câimbras. A família ainda aguarda uma consulta com um ortopedista para confirmar o diagnóstico de deformidades ósseas e o início de uma escoliose, mas a fisioterapeuta que acompanha Leonardo já identificou sinais preocupantes.

“Ver o Léo crescendo e a situação física dele piorando é muito difícil. Quanto antes ele começar o tratamento, maiores são as chances de conseguir andar sozinho”, desabafa a mãe.

O encaminhamento para os especialistas foi feito pela UBS do bairro Frutal, mas, após quase três anos de espera, a família não recebeu nenhuma previsão de atendimento, diz a mãe Beatriz.

Sem conseguir esperar mais pelo atendimento público, ela decidiu buscar consultas particulares. Os custos, porém, são altos: uma consulta com ortopedista custa cerca de R$ 1,2 mil, com neuropediatra R$ 750 e com estrabólogo R$ 700. Além disso, Leonardo poderá precisar de órteses e até de aplicações de botox, procedimentos indicados para ajudar no controle da rigidez muscular.

Diante da situação, a mãe criou uma vaquinha solidária para arrecadar recursos e garantir que o filho tenha acesso ao tratamento necessário. Quem puder ajudar pode entrar em contato diretamente com Beatriz pelo telefone (19) 98995-7110 ou contribuir pela vaquinha online: https://encurtador.com.br/wohI.

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