Você sabia que a Bíblia é o livro mais traduzido, impresso e distribuído do mundo? Muitos acham que alguns de seus ensinamentos são ultrapassados e não são práticos no nosso dia a dia.
No entanto, se estudarmos esse livro sagrado podemos aprender com seus princípios e se aplicarmos em nossa vida, poderemos ter uma vida melhor. Independente de quanto dinheiro eu e você tenha.
Alguns dizem que o dinheiro é a raiz de todo mal. Na verdade a bíblia diz que “o amor ao dinheiro” é que causa coisas prejudiciais (1 Timóteo 6:10). Portanto, não é o fato de a pessoa ter dinheiro ou não que a faz melhor ou pior, mas sim sua relação com o dinheiro. Essa relação envolve o que e quanto pensamos sobre ele, o que sentimos quando temos ou não o dinheiro e o que fazemos por ele e com ele.
O amor ao dinheiro pode nos trazer ansiedade, frustração e tentação para violar a lei de Deus. (Eclesiastes 5:12, 5:10 e Provérbios 28:20). Ansiedade pela preocupação em ter e cuidar dele, frustração por querer sempre mais.
É inegável que precisamos do dinheiro para suprir as nossas necessidades e de nossa família, afinal com ele compramos alimentos e remédios e outras coisas que nos trazem momentos de alegria, e relativa segurança e conforto. (Eclesiastes 7:12, 10:19, 2 Tessalonicenses 3:12).
Para usar bem o dinheiro e o que ele pode comprar, precisamos tomar boas decisões ao administrá-lo.
Devemos então fazer uma autoanálise para identificar nossa relação pessoal com o dinheiro e avaliar se podemos melhorar nessa questão. As perguntas a seguir podem nos ajudar. O quanto precisamos para nossas necessidades básicas? Estou sendo sábio e responsável ao lidar com o dinheiro que tenho? Evito fazer dívidas desnecessárias? Caso eu tenha alguma sobra de recursos, mostro generosidade a outros?
Caso perceba alguma necessidade de mudança de rota, busque mais informações para melhorar sua relação com o dinheiro.