Presidente reeleito é guardião vitalício da cadeira nº 2 da AVLA
Por Bruno Marques
Nesta semana, o Jornal Terceira Visão inicia o Especial AVLA, uma seção de entrevistas com acadêmicos da Academia Valinhense de Letras e Artes.
André Luiz Rosa tem 58 anos e é gestor público. Natural de Rolândia, norte do Paraná, mora em Valinhos há 44 anos.


📘 Há quanto tempo é acadêmico e presidente da AVLA?
Sou acadêmico da AVLA há quatro anos, tendo sido um de seus fundadores em 2021, quando assumimos a presidência em sua primeira diretoria. Fui eleito para o segundo mandato em 2024.
Sou guardião vitalício da cadeira nº 2 da AVLA, que tem como patrono o seresteiro do tradicional Bairro Capuava, Cristóvão Buzanello.
📘 Como se interessou por literatura?
Desde criança me interessava pelos livros. Devorava todos que encontrava na biblioteca da escola na minha cidade natal, onde tomei pela leitura e pela escrita. Sempre gostei de escrever os mais diversos estilos da literatura.
📘 Possui obras publicadas? Se sim, quais, quando e onde podem ser encontradas?
Tenho 9 obras publicadas na literatura espírita e autoajuda. Já vendi mais de 10 mil exemplares. Meus livros publicados são: Não Espere Mais Seja Feliz Agora (2012), Quando as Crianças Voltam Mais Cedo Para a Casa (2013), Quando o Amor Fala Mais Alto (2014), Quando o Coração Fala Mais Alto (2015), Enquanto Nosso Lar For Aqui (2016), Felicidade na Vida da Gente (2017), Paizinho (2020), Braço Gigante (2020), Figner/Jacob – Entre Dois Mundos (2024).
📘 O que você mais aprecia na literatura?
O que mais aprecio na literatura são os textos simples, de leitura fácil, mas muito bem construídos pelo autor, que proporcionam ao leitor momentos inesquecíveis em cada trecho da leitura.
📘 Quais devem ser as próximas ações da AVLA?
A AVLA tem uma intensa programação para este segundo semestre: O lançamento da Iº Antologia da AVLA, que reunirá textos e obras visuais de 35 acadêmicos que compõe a instituição, em setembro.
No mesmo mês haverá o lançamento do IIº Concurso de Prosa, Poesia e Artes para todos os munícipes, e quem sabe uma FLIV – Feira Literária de Valinhos mais para o final do ano.