Lion Zion leva reggae de Bob Marley aos palcos de Valinhos e região

Para os integrantes, o reggae carrega mensagens de amor universal, resistência, esperança e espiritualidade, mantendo forte relevância social até hoje

Por Gabriel Previtale

A banda Lion Zion é formada por Fernando Tocha (voz principal), Allan Azevedo (guitarra e backing vocal), Renato Casácio (baixo e backing vocal), Alessandro Reiner (bateria) e Juninho Musselli (teclado). O grupo reúne músicos de Valinhos, Campinas, Paulínia e São Paulo e vem se destacando na região com um tributo vibrante à obra de Bob Marley e ao reggae roots.

Criada em 2022, a banda nasceu com a proposta de homenagear o maior nome do reggae mundial. O nome Lion Zion foi inspirado na música Iron, Lion, Zion, de Bob Marley. Desde o início, o estilo reggae foi escolhido como identidade central do projeto, justamente por representar a base artística e a mensagem deixada pelo cantor jamaicano.

Além de Bob Marley, o grupo também bebe da fonte de outros ícones do reggae, como Peter Tosh, Lee Perry, Jimmy Cliff, The Wailers e The Gladiators. Para os integrantes, o reggae carrega mensagens de amor universal, resistência, esperança e espiritualidade, mantendo forte relevância social até hoje.

Os shows da Lion Zion buscam transmitir a “positive vibration” do reggae, com identidade própria e influências de rock, música brasileira e jazz. No repertório, não faltam clássicos como Is This Love, I Shot the Sheriff, Three Little Birds e No Woman, No Cry, além de faixas menos óbvias para surpreender o público.

Segundo a banda, a recepção costuma ser bastante positiva, inclusive entre quem não é fã do estilo. “Muita gente entra na vibe e termina o show dançando”, relatam. O último ano foi considerado um dos melhores da trajetória do grupo, com apresentações cheias e público participativo.

A Lion Zion também marcou presença na Festa do Figo 2026, em Valinhos, onde se apresentou pelo terceiro ano consecutivo. A cidade tem valor especial para o grupo, já que foi palco da estreia da banda. Os músicos reconhecem que o reggae ainda enfrenta preconceitos e menor espaço em eventos, mas celebram cada oportunidade de levar à região uma mensagem de união e amor universal.

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