Aos 24 anos, Lucas cria start up voltada para tatuadores

Hoje, sábado, dia 13 de setembro, celebramos o dia do programador com o Lucas Araújo e Silva, de 24 anos, que nos conta um pouco da sua história dentro desse mercado. Para ele, aprender a programar não estava em seus planos. “Entrei na faculdade de paraquedas, sem conhecer nada sobre programação. No início, quase desisti por não entender a teoria acadêmica. Mas foi quando consegui o meu primeiro estágio que tudo mudou e eu me apaixonei pela profissão e entendi que tinha encontrado minha vocação”, explica.

Lucas já trabalhou e teve participações importantes em alguns projetos ao longo da sua carreira, dentre eles no Banco Modal (adquirido pela XP) e no banco Nomad. O seu projeto mais recente é a Inker, que se trata de uma startup criada por ele mesmo para ajudar tatuadores com orçamentos e anamneses. “Ver ela crescendo cada dia é gratificante porque resolve um problema real de uma comunidade que admiro”, conta Lucas.

A tecnologia e a programação são um grande facilitador de problemas simples e complexos, e o reconhecimento de sua profissão vem de forma indireta relata Lucas. “Quando alguém diz ‘adorei esse aplicativo’, e você participou do desenvolvimento, é muito gratificante. Nossa profissão melhora a vida das pessoas, mesmo quando elas não percebem que há um programador por trás”.

O profissional deixa uma mensagem para todos aqueles que tem interesse em ingressar nessa carreira de programador, que apesar das IAs estarem crescendo cada vez mais, o mercado ainda está bem aquecido e você pode usar essa tecnologia ao seu favor. “Usar IA não é trapacear, desde que seja feito de forma consciente e crítica, questionando sempre os resultados que ela produz. Abracem as novas tecnologias como aliadas, mantenham a curiosidade viva e nunca percam de vista o impacto positivo que nosso trabalho pode ter na sociedade”, afirma.

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