Cinco anos sem Écio Capovilla: legado e memória permanecem vivos

Neste ano, completam-se cinco anos da morte de Écio Capovilla, ex-volante natural de Valinhos que se tornou motivo de orgulho para a cidade no mundo do futebol. Com passagens por grandes clubes, como Vasco da Gama, Fluminense e Sporting Cristal (Peru), Écio faleceu em 28 de setembro de 2020, aos 83 anos, vítima de um infarto.

Desde cedo, o futebol já fazia parte de sua vida. Aos 14 anos, atuou na divisão infantil da Liga Campineira de Futebol, defendendo o Esporte Clube Rigesa. Pouco depois, em 1953, transferiu-se para o Guarani, onde permaneceu por pouco tempo, mas conquistou o título da categoria juvenil.

Em 1956, após se destacar no Guarani, foi para o Fluminense, onde também levantou troféus importantes. Seu auge, no entanto, aconteceu vestindo a camisa do Vasco da Gama, com conquistas expressivas como o Torneio Rio-São Paulo e o Supercampeonato Carioca, ambos em 1958.

Écio também teve a oportunidade de defender a Seleção Brasileira em 1960, quando foi convocado para disputar a Copa Roca, na Argentina, e a Copa Oswaldo Cruz, no Paraguai. Encerrou sua carreira profissional em 1966, no Sporting Cristal de Lima, no Peru.

Mesmo após a aposentadoria dos gramados, Écio nunca se afastou do esporte. Foi Secretário de Esportes de Valinhos e ainda atuou como gerente em uma multinacional por 35 anos, deixando um legado de dedicação e inspiração dentro e fora dos campos.

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