
Denúncias recebidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) levaram o órgão a divulgar, nesta quarta-feira (14), um alerta sobre golpes virtuais que utilizam indevidamente o nome da instituição para divulgar falsos concursos públicos.
De acordo com o Ibama, criminosos estão usando redes sociais e sites fraudulentos para espalhar informações falsas, induzindo as vítimas a clicar em links, fornecer dados pessoais e realizar pagamentos de supostas taxas de inscrição. Em um dos casos identificados, eram anunciadas 15 mil vagas, com promessas de salários que chegavam a R$ 9 mil. A seleção, no entanto, não existe.
O instituto reforça que informações sobre concursos públicos do Ibama são divulgadas exclusivamente por canais oficiais do governo federal.
As vítimas relatam que os sites fraudulentos apresentam aparência profissional, com uso de cores institucionais, logotipo do órgão e textos formais que passam credibilidade. Ao iniciar a falsa inscrição, os candidatos são levados a preencher formulários com dados como nome completo, CPF, e-mail e telefone. Na sequência, é solicitado o pagamento de uma taxa de inscrição, no valor de R$ 82,14, por meio de boleto ou PIX direcionado a um CNPJ sem qualquer vínculo com o Ibama. Após o pagamento, não há confirmação válida de inscrição nem informações oficiais sobre edital, provas ou cronograma.
Em nota, o Ibama informou que tem recebido diversas denúncias de golpes virtuais, incluindo falsas divulgações de concursos, processos seletivos e até pedidos de recadastramento em sites não oficiais. O órgão destaca que todas as informações institucionais, especialmente sobre concursos públicos, são publicadas apenas em canais oficiais, como o site do governo federal e o Diário Oficial da União.
O instituto orienta que, antes de realizar qualquer pagamento, os interessados verifiquem se há edital oficialmente publicado, desconfiem de cobranças sem documentos oficiais, evitem clicar em anúncios patrocinados sem checar a origem e confirmem as informações diretamente nos canais oficiais do governo. As vítimas devem registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil.
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