Em comemoração ao Dia Internacional da Dança, entrevistamos o artista Luca Cruz, 27 anos, que é um dos proprietários da escola de dança Start Movimento e Arte, ao lado de seu sócio Jeferson Cristino, e dançarino no parque Hopi Hari.
Luca contou que a dança está presente em sua vida há tanto tempo que é difícil medir a importância que ela tem. “Ela faz parte do meu lado pessoal e, principalmente, do profissional. Eu a vivo praticamente 100% dos meus dias, seja nos palcos, em sala de aula, nos processos coreográficos ou nos espetáculos. De certa forma, a dança me moldou até o momento atual, pois vivo ela intensamente”, relatou.
O dançarino e professor de hip hop comentou que teve muitos momentos marcantes com a dança, um que impactou muito aconteceu ano passado, quando ele teve a oportunidade de se apresentar no Palco Principal do Festival de Dança de Joinville, que é considerada a maior competição de dança do mundo. Luca ressaltou que foi uma experiência única e um marco importante em sua trajetória nas danças urbanas.


Com relação aos desafios enfrentados por quem segue carreira na dança, ele afirma que a trajetória ainda é muito difícil, especialmente no Brasil. Luca destaca que é um privilégio viver da arte, mas reforça que é impossível viver sem ela. “Estamos em constante evolução, mas ser artista ou bailarino é um ato de resistência. É correr atrás dos seus sonhos e objetivos todos os dias, tendo consciência de que não será fácil, mas que, quando você consegue, a sensação é indescritível.”
Ao ser questionado sobre as redes sociais, o artista conta que elas tornaram a dança mais acessível, aproximando pessoas de diferentes partes do mundo e permitindo, inclusive, a realização de aulas online. Ele destaca que a internet deve ser utilizada como ferramenta de aprendizado e reforça que a dança é para todos, sendo importante valorizar quem se dedica a ensinar. Para quem deseja iniciar na área, Luca aconselha disciplina, constância e dedicação, ressaltando também que a dança pode funcionar como uma válvula de escape para o caos do dia a dia. Por fim, ele convida todos a aproveitarem essa arte e a se permitirem dançar.