

A região de Campinas registra cinco casos confirmados de mpox e dois suspeitos, segundo balanço atualizado do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais até esta quarta-feira (25). No cenário nacional, o Brasil soma 88 confirmações e 171 casos em investigação, sem registro de mortes. O estado de São Paulo concentra a maior parte dos diagnósticos, com 63 ocorrências.
Na região, o primeiro caso confirmado foi o de um homem de 35 anos, morador de Campinas. Ele apresentou sintomas em 3 de janeiro, foi atendido na rede privada e recebeu alta após cura em 19 de janeiro.
A mpox é transmitida principalmente por contato íntimo ou muito próximo com pessoa infectada. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça e lesões cutâneas em forma de bolhas ou erupções. Apesar de não haver óbitos registrados no país, a doença pode evoluir para complicações graves em alguns casos, especialmente sem acompanhamento adequado.
O tratamento é de suporte, voltado ao alívio dos sintomas e à prevenção de complicações, já que ainda não existe medicamento específico aprovado para a doença. A ampliação da vigilância, do diagnóstico e das medidas de isolamento tem contribuído para reduzir os riscos de disseminação.