Segundo levantamento a região de Campinas soma milhares de pedidos ligados à violência doméstica


O número de pedidos de medidas protetivas feitos por mulheres em Valinhos apresentou uma leve queda entre 2024 e 2025, segundo dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), entretanto continua alto, cerca de 200 por ano.
Em 2024, foram registrados 208 pedidos na cidade. Já em 2025, o número caiu para 196 solicitações, uma redução de aproximadamente 5,8%.
Apesar da diminuição, os números mostram que a violência doméstica continua sendo uma realidade preocupante no município. Cada pedido representa uma mulher que procurou a Justiça por temer novas agressões ou ameaças.
Na região de Campinas, o total de solicitações chegou a 6.938 pedidos em 2025, considerando 22 cidades. A metrópole lidera o ranking regional, com 2.376 pedidos no último ano. Sumaré teve aumento significativo, passando de 133 pedidos em 2024 para 470 em 2025. Em Americana houve queda de 597 para 368 solicitações. Já Hortolândia reduziu de 521 para 437 pedidos no período.
A medida protetiva é uma ordem judicial de urgência prevista na Lei Maria da Penha. Ela é usada para proteger mulheres que sofrem ameaças ou violência doméstica.
Caso o agressor descumpra a ordem, ele pode ser preso. A legislação determina que a decisão judicial seja analisada em até 48 horas após o pedido.
Mesmo com a pequena redução em Valinhos, o total próximo de 200 pedidos em um único ano evidencia que a violência contra a mulher continua sendo um problema presente no município.
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