Ocupante da cadeira nº 25, de Aloysio Moraes, já publicou livros e músicas


Por Bruno Marques
Sandra Regina Gonçalves Soares Alves tem 42 anos, é assistente de suprimentos, e atende pelo pseudônimo de Poetisa Azul, nome do qual assina suas obras.
Ela nasceu em Jundiaí e mora em Valinhos há quase 40 anos. É acadêmica desde a fundação da Academia Valinhense de Letras e Artes (AVLA), da qual tem a cadeira vitalícia nº 25, cujo patrono é o eterno “Garotinho” Aloysio Moraes, que foi por muito tempo fotógrafo do Jornal Terceira Visão.
📘 Como se interessou por literatura?
Desde adolescência. Aos 15, participei do VIº concurso de prosa e poesia de Valinhos, em 1997, ganhando menção honrosa.
📘 Possui obras publicadas? Se sim, quais, quando e onde podem ser encontradas?
De Tudo Um Pouco Em Poesia, Anjo Da Prece, Meus Versos em Melodia, Ernesto, Aprendendo o Verbo Amar, Operação Abracadabra. Todas as obras podem ser encontradas no Whatpad pelo meu link @SandraAlves533.
Meus Versos Em Melodia são poemas que se transformaram em músicas utilizado pelo programa IA e podem ser ouvidas pelo canal da Poetisa Azul no Youtube.
Umas das canções, “Chegou um Anjo”, foi gravada pelo músico e acadêmico Sapo Musselli e Gui Musseli.
📘 O que você mais aprecia na literatura?
Tem livros que nos marca. Na minha adolescência, há um em especial chamado Enquanto houver vida viverei, de Júlio Emílio Braz.
É um romance juvenil que convida o leitor a refletir sobre os desafios de viver com HIV na adolescência.
É esse tipo de literatura que eu aprecio, aquele que te faz sentir dentro da história. Você imagina a cena, se envolve tanto que nem percebe o que está acontecendo ao seu redor.