Músico é professor na Casa da Cultura ‘Vicente Musselli’ em Valinhos
Em um relato marcado por dedicação à música e ao ensino, Philipe dos Santos Silvério, aos 37 anos, professor de Cavaquinho na Casa da Cultura ‘Vicente Musselli’ em Valinhos, revela os capítulos envolventes de sua trajetória.
Sua incursão no universo musical teve início em 2012, nas animadas alas musicais de escolas de samba, onde desempenhava o papel de ritmista. O interesse pelo cavaquinho surgiu como uma extensão natural desse envolvimento, tornando-se a peça central de seus estudos e paixões.
Philipe não se limita apenas à sala de aula. Desde 2012, ele tem sido uma figura proeminente no Centro Cultural Vicente Musselli, onde a comunidade artística se destaca pelo comprometimento tanto dos alunos quanto dos professores.
A experiência do professor ultrapassou as fronteiras do ensino, conduzindo-o ao palco ao lado de renomados artistas como Péricles, Jorge Aragão, Alcione e Alexandre Pires. Essas colaborações não apenas ampliaram seus horizontes musicais, mas também influenciaram sua abordagem como educador, enfatizando disciplina e comprometimento aos seus alunos.
A oportunidade de participar de cruzeiros marítimos adicionou um capítulo internacional à sua carreira musical. O músico destaca a gratificante troca cultural e o contato com músicos de todo o mundo como elementos enriquecedores dessa experiência única.


Em meio a cordas e ritmos brasileiros, Philipe ressalta a importância do cavaquinho na música nacional. Originário de Portugal, o instrumento solidificou sua presença no Brasil, destacando-se especialmente no samba e choro, mas transcende também para outros gêneros, contribuindo para a diversidade da cultura musical brasileira.
Ao refletir sobre os desafios enfrentados como professor de cavaquinho, ele destaca a necessidade contínua de aprimoramento e aprendizado, mantendo-se comprometido com a formação musical diversificada.
Com olhos no futuro, o músico compartilha seus planos de imergir ainda mais seus alunos no rico panorama da música popular brasileira, promovendo a sensibilidade estético-musical e o entendimento dos ritmos e formas musicais.
Em uma mensagem que ecoa sua paixão pela música, Philipe encerra, citando um lema que o acompanha há muito tempo: “Fazer música é tão vital quanto respirar. Fazer música juntos é pulsar na mesma sintonia, no mesmo tom, na mesma harmonia.”
A trajetória do professor e músico transcende as notas musicais, sendo um reflexo vívido da riqueza e diversidade da cena musical brasileira, destacando a importância do cavaquinho como um símbolo duradouro dessa herança cultural.Parte superior do formulário