Valinhos lidera tíquete médio de dividas por inadimplente na RMC, de acordo com Serasa

A Região Metropolitana de Campinas registrou, em novembro de 2024, uma média de 304 novos inadimplentes por dia, a segunda alta consecutiva de um mês para o outro. Das 20 cidades que compõem a RMC, 16 tiveram alta no total de consumidores com contas atrasadas em novembro. Valinhos está entre elas.

De acordo com a Serasa, Valinhos lidera no valor do tíquete médio de dívidas por inadimplentes na região, com R$ 7.494,13. Em segundo lugar aparece Americana, com um tíquete médio de R$ 7.311,54, seguida por Holambra (R$ 7.138,38). Em Campinas, o valor médio é de R$ 6.746,71.

O total de dívidas registrado na RMC chegou a 1,14 milhão por mês, o que representa um crescimento de 0,8% em comparação ao número de 1,13 milhão, constatado em outubro de 2024, de acordo com balanço divulgado pela Serasa.

O montante representa a segunda maior quantidade da série histórica da empresa de análise de crédito e equivale a 1 em cada 2,78 habitantes da Grande Campinas, que conta com 3,17 milhões de habitantes, segundo o Censo 2022.

No topo da lista da inadimplência está a modalidade de pagamento com cartão de crédito, com o banco / cartão respondendo por 28,62% das contas em atraso em novembro do ano passado, segundo dados da Serasa.

De acordo com dados das operadoras, o cartão de crédito é a opção mais utilizada para compras em lojas físicas ou on-line, principalmente quando a operação é parcelada.

Atualmente, quase metade dos brasileiros (47%) utiliza o cartão de crédito pelo menos uma vez ao mês para parcelar as compras, sobretudo para itens como roupas (48%), calçados (44%) e eletrodomésticos (44%).

O próprio comércio incentiva a prática, ao estimular os clientes para as compras parceladas por meio de cartazes colocados nas vitrines, anunciando condições de parcelamentos em inúmeras vezes sem juros no cartão.

De acordo com levantamento da Serasa, o segmento de utilities foi o único a apresentar queda no montante das dívidas em atraso. As contas de serviços básicos, como de água, luz e gás, tiveram redução de 1,4 ponto percentual, passando de 21,68% em outubro para 20,28% em novembro de 2024.

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