Diagnosticada com autismo em 2025, menina apresentou evolução na fala, na interação social e no sono após iniciar acompanhamento na instituição.


Cantar, brincar no parque, pintar e montar quebra-cabeças estão entre as atividades favoritas de Lorena Vitória da Silva Domingos, de 4 anos, moradora do bairro Sítios Frutal, em Valinhos. Carinhosa, educada e de personalidade forte, como a descreve a mãe, Rosângela Custódio da Silva, a menina vem conquistando avanços no desenvolvimento com o acompanhamento da ACESA Capuava.
Lorena foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 2 de suporte, em fevereiro de 2025. No entanto, seu acompanhamento pela ACESA começou em outubro de 2024. Desde então, segundo a mãe, a família percebeu mudanças importantes na comunicação, na interação com outras crianças e no desenvolvimento cognitivo.
A rotina da menina inclui a escola e diferentes atividades terapêuticas, como terapia ocupacional, acompanhamento psicológico e psicopedagógico, educação física e natação. Ela também participa de atividades de teatro ocasionalmente. Entre todas, a natação é sua preferida.
Para Rosângela, acompanhar a evolução da filha é motivo de alegria. Ela destaca que o tratamento contribuiu também para lidar com a rigidez comportamental e melhorar o sono de Lorena. Cada conquista representa um avanço para a menina e para toda a família.
A convivência com a filha também transformou a maneira como Rosângela enxerga o mundo. Ela conta que aprendeu a ter mais paciência, demonstrar carinho e compreender as preferências e particularidades da menina. “Cada dia é um desafio”, afirma.
A mãe chama a atenção para a necessidade de ampliar a compreensão sobre o autismo. Para ela, crianças autistas precisam ser acolhidas sem julgamentos, com respeito às suas diferenças e mais empatia por parte da sociedade.
Os sonhos da família para Lorena são que ela cresça feliz, tenha oportunidades e possa escolher o próprio caminho, seja na faculdade ou em qualquer outro projeto que desejar.
A outras famílias que vivem uma realidade semelhante, Rosângela deixa uma mensagem de incentivo: “Que não desistam de seus filhos e continuem firmes nessa caminhada. O autismo é ver o mundo de outro jeito, e cada um de nós tem que achar uma maneira de entender as diferenças”.
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