Augusto César Spadaccia Asciutti começou a tocar aos 14 anos e hoje integra cinco bandas, além de dar aulas


Aos 38 anos, o músico e professor de bateria Augusto César Spadaccia Asciutti transformou uma paixão que começou na infância em profissão. Morador de Valinhos, ele teve o primeiro contato marcante com o instrumento aos 10 anos e começou a tocar oficialmente aos 14, em 2003.
Atualmente, Augusto integra cinco projetos musicais. Entre as bandas autorais estão a Carbono, de death metal, formada em Valinhos por volta de 2007, e a Atateon, de thrash metal, criada em 2024. Também participa das bandas cover Reckless, de hard rock, The Jalapeños, tributo ao Red Hot Chili Peppers, e Scavengers, cover de Death.
A bateria deixou de ser apenas um hobby. Além das apresentações, Augusto atua como professor na Academia do Rock Valinhos e busca desenvolver um trabalho profissional como músico.
Entre as experiências que mais marcaram sua trajetória estão apresentações na Festa do Figo com diferentes bandas e shows em São Paulo, incluindo aberturas para nomes como Claustrofobia, Andralls e Krisiun.
Suas principais influências vêm do metal. No Brasil, destaca Aquiles Priester, Amilcar Cristofaro e Iggor Cavalera. Internacionalmente, cita Sean Reinert, Gene Hoglan e Richard Christy, além de músicos como Ian Paice, Lars Ulrich e Flo Mounier.
Para Augusto, ser um bom baterista exige técnica, disciplina e persistência. A prática constante é fundamental para desenvolver coordenação, velocidade e resistência.
No palco, a concentração é total. Mas o músico destaca que a experiência se torna ainda mais especial quando o público canta, interage e participa dos shows.
Neste Dia do Baterista, Augusto deixa um conselho para quem deseja começar: não esperar o momento perfeito. “O principal é a persistência e compreender que tocar bem exige tempo e prática”, afirma.
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